Atividade educativa em torno do curta-metragem Googuri Googuri
Participe de discussões em diversas situações.
Produza a escrita começando a se apropriar de uma abordagem.
Aceite as diferenças.

Googuri Googuri © Tokyo University of the Arts
TítuloGooguri Googuri
TemaRelacionamento familiar
Gênero e palavras-chaveContemplativo, experimental, abstração, amor, amizade, avô, neta
Idade (para filme)3-11 anos
Duração08 min 23 s
RealizaçãoYoshiko Misumi
MúsicaNatsuko Yokoyama
ProduçãoTokyo University of the Arts (Japon, 2010)
Discuta o lugar dos idosos na família.
A situação do avô vivendo sob o mesmo teto da neta nos parece um pouco anacrônica (é um pouco menos no contexto do Japão, de onde vem o filme). Esta é uma oportunidade para questionar o lugar que damos aos idosos na nossa sociedade.
Na maioria dos casos, a relação entre os filhos e os avós decorre num quadro bem estabelecido e muitas vezes mediada pela presença dos pais (reuniões familiares durante as férias, cuidados de substituição dos pais, etc.). Vamos antes nos concentrar em momentos à margem dessas situações, momentos em que a criança conseguiu ter um relacionamento direto e íntimo com seu ancestral.
As crianças são convidadas a escrever sobre um momento muito especial passado a sós com um dos avós. O exemplo do filme pode dar uma direção. Quem quiser pode ler sua história e, ao mesmo tempo em que responde às perguntas da professora e dos colegas, explicar como esse momento foi diferente. Tinha a ver com a localização? de vez em quando? à emoção? às palavras? aos gestos? ao relacionamento envolvido?
Dentro da classe pode haver experiências muito diferentes. O professor utilizará estas diferenças para levar as crianças a discutir a sua percepção de hábitos específicos de relacionamento com pessoas mais velhas.
Poderia então ser interessante prolongar o exercício saindo do ambiente familiar. Em que outras ocasiões as crianças conseguiram ter esse mesmo tipo de relacionamento com pessoas mais velhas que não fazem parte da família?
Folha de atividades escrita por: Bruno Pellier
